segunda-feira, 10 de agosto de 2009

New Order


Formado em 1980 em Manchester (Inglaterra), o New Order era constituído inicialmente por três ex-integrantes do Joy Division, cuja carreira foi prematuramente cancelada com o suicídio do vocalista Ian Curtis, em maio de 1980. Os membros remanescentes do Joy Division, Bernard Sumner (guitarra), Peter Hook (baixo) e Stephen Morris (bateria) decidiram continuar, apesar da tragédia, e optaram por mudar o nome para New Order, denominação que deveria trazer implícita a idéia de mudança, mas que despertou suspeitas entre os jornalistas sobre as filiações políticas do grupo (“Nova Ordem” era o que Adolf Hitler pretendia impor à humanidade caso tivesse vencido a Segunda Guerra Mundial).
Em junho de 1980, Sumner, Hook e Morris fizeram sua primeira gravação de estúdio acompanhando Kevin Hewick. A faixa resultante desse trabalho, “Haystack”, foi editada na coletânea “From Brussels With Love”. A canção foi uma das primeiras a fazer parte do novo material que o trio vinha compondo logo após a morte de Ian Curtis. Uma segunda música, “A Piece of Fate”, também foi gravada com a participação de Hewick, mas este fonograma nunca viu a luz do dia. Kevin retrabalhou esta faixa ao longo dos anos e ela foi lançada pelo cantor em 1993 com o nome “No Miracle”. No mês seguinte, a banda faria algumas gravações demo no famoso estúdio da banda Cabaret Voltaire, o Western Works, em Sheffield (UK). As famosas “Western Works Demos” continham uma música que vinha sendo trabalhada ainda com o Joy Division (“Ceremony”, que na demo aparece cantada por Stephen Morris) e, ainda, mais três faixas totalmente novas (“Truth”, “Dreams Never End” e “Homage”).

Após algumas apresentações ao vivo como trio, Gillian Gilbert foi integrada à banda para tocar teclados e guitarra, enquanto Bernard Sumner se consolidava no posto de vocalista, ocasionalmente divido com Peter Hook. Gillian fez sua primeira participação no grupo quando ainda se chamavam Joy Division: num show em Liverpool, por conta de um incidente que feriu a mão de Sumner, ela o substituiu na guitarra.
O primeiro single do New Order, lançado em 1981, continha duas músicas escritas ainda nos tempos do Joy Division, mas que ainda não haviam sido terminadas por causa da morte de Curtis: “Ceremony” e “In a Lonely Place”. Em setembro do mesmo ano, pela Factory Records, gravadora independente que os abrigava desde 1978, lançam o compacto “Procession”, que antecedeu o lançamento de “Movement”, o primeiro álbum, em novembro.

Power, Corruption and Lies; Low Life e Brotherhood
O New Order foi o pioneiro na ligação da musica electrônica ao Rock, revolucionaram a que é hoje conhecida como Dance Music. Com o disco Power, Corruption and Lies, de 1983, eles mudaram de direção musical, se distanciando de vez da sombra de Ian Curtis e partindo para músicas mais dançantes, inspirados por Kraftwerk, Afrika Bambaata, Disco Music e Giorgio Moroder. A banda também, a partir desse disco, adota uma postura nas letras sem sentido e de abstracionismo, oposto ao lirismo desesperado de Ian Curtis. Os singles desse ano foram Blue Monday (vide abaixo) e Confusion (uma música com uma batida hip-hop muito forte). No ano seguinte, mais dois grandes singles - Thieves Like Us e The Perfect Kiss.
Blue Monday é considerada como uma das músicas mais importantes da cena eletronica dos anos 80 por misturar o Synthpop com influencias da cena de clubes de Nova york. O produtor Arthur Baker, da tal cena, colaborou no single seguinte, Confusion.
Logo depois em 1985 lançam Low Life, que emplaca singles como Love Vigilantes e The Perfect Kiss(clipe esse que foi dirigido por Jonathan Demme).
Em 1986, foi lançado Brotherhood, album que continha uma das músicas mais famosas do quarteto, Bizarre Love Triangle. Nesse ano tambem é laçado o single State of the Nation

Substance e Technique
Em 1987 a banda lançou seu disco mais famoso, a coletânea Substance (no ano seguinte seria lançada uma coletanea do Joy Division com o mesmo nome). O disco contém todos os singles lançados até aquele momento. Músicas como Bizarre Love Triangle e Sub-Culture são as versões do single, diferentes das versões dos respectivos albums. A banda entrou, naquela época, em uma nova fase, com um som mais pop e limpo com singles como True Faith e Touched By The Hand Of God.
O disco Technique, de 1989, é , para muitos, um retrato fiel do auge da acid house. O disco foi concebido na época em que a casa noturna Hacienda da gravadora do New Order, a Factory Records, estava sendo invadida pela Acid House. World In Motion, primeiro single do New Order a alcançar #1 nas paradas britânicas, foi feita para a seleção Inglesa de futebol sob o nome de NewEnglandOrder, e lançada em 1990, na mesma época em que Bernard Sumner formava a banda paralela Electronic com o guitarrista dos Smiths, Johnny Marr. Peter Hook também acabou formando um projeto paralelo chamado Revenge.

Republic e pausa
Republic foi lançado em 1993 após a saida do New Order de sua gravadora, a Factory Records e mostra um New Order já um tanto desgastado. O single Regret foi um hit nos E.U.A… Após esse disco, os integrantes pararam as atividades do New Order e cada um foi trabalhar em seus projetos paralelos: Bernard com o Electronic, Peter com o Revenge (ou Monaco) e os “outros dois”, Stephen e Gillian, formaram o Other Two.
Em 1994 a coletânea The Best Of New Order foi lançada com vários dos singles do Substance, mais algumas faixas mais recentes. Em 1998 a banda voltou a ativa e voltou a tocar músicas do Joy Division como “Transmission” e “Atmosphere”.
Get Ready e Waiting For The Siren’s Call
Em 2001 a banda lançou o disco Get Ready e o que se notou foi uma grande mudança na parte músical, mais focada na guitarra do que nos teclados, como mostra os singles Crystal e 60 MPH. Billy Corgan do Smashing Pumpkins participa da música Turn my way e também da turne do disco.
Em 2005 a banda lançou Waiting For The Siren’s Call, um disco que repete a formula do seu antecessor. Singles como Krafty e Jetstream foram muito bem recebidos. A banda passou recentemente em tournê pelo Brasil e Peter Hook já afirmou que há músicas suficientes para um novo disco.

Fatos
Apesar do disco Movement possuir ainda um forte rescaldo do som depressivo e monolítico do Joy Division, o grupo começou a investir mais seriamente com a música eletrônica. Por conta dessa mudança de direcionamento musical, que aconteceu muito gradualmente, grande parte do público considera a morte de Ian Curtis como o marco que separa radicalmente os dois grupos, Joy Division e New Order. No entanto, é necessário fazer duas ressalvas. A primeira: algumas canções do Joy Division, como “She’s Lost Control”, “As You Said” e “Isolation” já introduziam experimentações eletrônicas, antecipando os caminhos que mais tarde seriam seguidos pelo New Order. A segunda: foi Ian Curtis quem introduziu Bernard, Peter e Stephen, ainda no Joy Division, ao rock eletrônico do Kraftwerk, ao Krautrock, à trilogia pop-eletrônica de David Bowie (os álbuns “Low”, “Heroes” e “Lodger”) e aos trabalhos de Brian Eno. Portanto, pode-se dizer que o New Order nasceu virtualmente no Joy Division.

Blue Monday
Com 7 minutos e meio de duração, Blue Monday é o single de maior duração que já alcançou as paradas britanicas. É conhecido como o single mais vendido da história musical, mas a Factory não era membro da Industria Fonográfica Britanica e, sendo assim, não puderam receber um disco de ouro. Apesar disso, a Companhia das “Paradas” do Reino Unido estima que as vendas ultrapassaram um milhão de cópias no Reino Unido.

Curiosidades
A banda The Killers tirou seu nome a partir do clipe de Crystal, a partir a banda ficticia que aparece no clipe. O nome esta escrito no bumbo.
O vocalista Bernard Summer tem um projeto paralelo juntamente com Johnny Marr, guitarrista dos Smiths, chamado Electronic, com a colaboração dos Pet Shop Boys em seu primeiro álbum, lançado em 1991. Karl Bartos, que integrou o Kraftwerk, participou do álbum Raise the Pressure em 1996. O Baixista Peter Hook também tem seu projeto, no começo chamado de Revenge e depois de Monaco. Na década de 90, Stephen e Gillian formaram um duo de nome bem interessante, o The Other Two.

Pra quem não conhece New Order, baixe a música Blue Monday.
Download Blue Monday.

DISCOGRAFIA:
1981 - Moviment
1983 - Power, Corruption and Lies
1985 - Low Life
1986 - Brotherhod
1987 - Substance
1989 - Technique
1993 - Republic
2001 - Get Ready
2005 - Waiting for the Siren’s Call
2006 - Singles
(Será postado todos)

domingo, 9 de agosto de 2009

Os Cascavelletes

Os Cascavelletes foram uma banda de rock revolucionária surgida na metade da década de 80' em Porto Alegre. Formada inicialmente por Flávio Basso (vocais e contrabaixo), Ney Wannsoria (guitarras e vocais), Frank George (Jorge Otávio Pinto Pouey de Oliveira, teclados e vocais) e Alexandre "Lord" Barea (bateria e vocais).
Flávio Basso e Nei Van Soria eram ex-integrantes da primeira formação do TNT, juntamente com Charles Master e Felipe Slotz. Frank Jorge era ex-integrante da banda Prisão De Ventre, na primeira formação era tecladista, mas o acaso acabou levando-o a assumir o contrabaixo: em um show na Cidade Baixa (tradicional reduto roqueiro de Poa), seu teclado foi furtado. Logo adota as seis cordas. Conforme Frank, foi nos Cascavelletes que perdeu a timidez de tocar no palco e pegou experiência de estrada. "Lord" Barea vinha de experiências anteriores com bandas de rock pesado, entrou na banda a convite de Frank.
Um dos grandes trunfos da banda eram suas apresentações ao vivo, um show dos Cascavelletes era algo meio surreal, coisa de filme mesmo: brigas, mulheres semi-nuas, alcóol em doses gigantescas, muita maconha pelo ar... Tudo "regido" pela banda, estavam sempre tão chapados que raramente os shows tinham hora para começar, e muito menos para acabar. Várias vezes os roadies da banda eram quem animavam e acalmavam o público: Gilberto Barea e Jacques Sambora começaram o embrião da Rosa Tattooada em apresentações relâmpago nesses períodos de entorpecimento de Flávio & Cia.
Se a qualidade musical dos membros da banda deixava a desejar, as performances de palco de cada integrante e o desempenho coletivo compensava em proporção inversa, no ítem diversão, eram imbatíveis; apresentações memoráveis, uma loucura intensa, tanto no palco como no público.
No Cascavelletes, Flávio Basso foi muito comparado com Mick Jagger.
Suas influências maiores eram os Rolling Stones e os Beatles, mas possuíam uma originalidade, tanto no som quanto nas letras. Com seu rock "pornográfico", abusado e sacana arrebataram uma legião interminável de fãs. Relatavam em suas letras o lado anárquico dos adolescentes da capital, suas desaventuras, romances frustrados e irresponsáveis, tudo com uma facilidade e honestidade incrível.
Pouco tempo após o lançamento do EP Os Cascavelletes, Frank resolve sair da banda, alegando que havia uma grande disputa entre Flávio Basso e Nei Van Sória, e ele não tinha espaço para colocar suas idéias em prática.
Em 1989, já com novos integrantes (Luciano Albo no baixo e Cocaine Bluesman nos teclados), Os Cascavelletes lançam Rock'a'Ula pela EMI-ODEON e emplacam o hit "Nega Bom Bom", que fez parte da trilha sonora da novela Top Model. Com direção artistica de Jorge Davidson e produção de Dé do Barão Vermelho, o disco foi gravado no Farm Estúdio no Rio de Janeiro. Trazia ainda, entre outras, "D.I.S.C.O - A Garota da Rua", "Eu Quis Comer Você", "Gato Preto", "Baby Satanás", "A Moto" e a genial "Lobo da Estepe".
Em 1991, Os Cascavelletes atingem a marca dos 500 shows pelo Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Sai o terceiro e último disco do grupo com apenas duas músicas, "Homossexual" e "Sob Um Céu de Blues", que torna-se o maior hit do grupo, tocando ininterruptamente nas rádios do sul do país até hoje em dia. Produzido por Vinícius Canto e gravado nos estudios da EGER em Porto Alegre.
No ano seguinte, após uma tour por Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, o grupo termina suas atividades por decisão de Nei Van Sória, que abandona o grupo no meio dessa turnê.
Os Cascavelletes teve um tempo muito curto de duração, mas continua sendo muito influente até os dias atuais pelo o seu som irreverente e com letras polêmicas.

DISCOGRAFIA:
1987 - Demo Vortex
1988 - Os Cascavelletes Ao Vivo no Ocidente
1989 - Demo Pré-Rock'A'ula
1989 - Rock'A'ula
1990 - Demo
1991 - Demo

segunda-feira, 27 de julho de 2009

The Velvet Underground


The Velvet Underground foi uma banda de rock norte-americana, formada em 1964, por: Lou Reed (Voz e Guitarra), Sterling Morrison (Guitarra), John Cale (Baixo), Doug Yule (Que substituiu Cale em 1968), Nico (Voz), Angus MacAlise (Bateria) e Maureen Tucker (Que substituiu Angus MacAlise. O Velvet Underground sempre foi conhecido pelo som alternativo, desvinculado de interesses comerciais e que focalizava quase sempre temas relacionados ao submundo (narcóticos, prostituição, criminalidade, etc). Demoraram anos para serem reconhecidos pelo grande trabalho, o que só prova o quanto a sonoridade deles estava bem à frente de sua época. The Velvet Underground foi uma banda de vanguarda na década de 60, caracterizados por um estilo experimental e pouco comercial para a época. A banda tinha como mentor intelectual (e, mais importante, financiador) o artista plástico estadunidense Andy Warhol, que se dizia cansado da pintura e promovia incursões por outros campos artísticos como a música e o cinema. Apesar das suas grandes músicas, a banda não fez sucesso enquanto esteve ativa, seus álbuns não vendiam muito e sempre haviam conflitos internos. A inclusão de Nico na banda, foi imposta por Andy Warhol, mas ocorreu rejeição e conflito por parte da banda. Com uma forma de objeção, o nome do grupo no primeiro álbum foi "The Velvet Underground & Nico", excluindo-a, de certa forma, da banda. Logo após o lançamento do álbum "White Light/White Heat" (1968), Andy Warhol foi despedido e Nico foi retirada da banda. The Velvet Underground & Nico, de 1967 (primeiro disco da banda), notabilizou-se por uma banana na capa (feita por Andy Warhol), e também pelas composições completamente vanguardistas para os padrões da época, tratando de temas como drogas, sadomasoquismo, prostitutas, e até ocultismo. Artistas como Iggy Pop, David Bowie, Depeche Mode, Joy Division, Sonic Youth, Jesus and Mary Chain, Nirvana e Nine Inch Nails foram influenciados pelo Velvet Underground. Gravado em poucos dias, "White Light/White Heat" foi lançado no início de 1968. Após esse álbum (que é mais barulhento e tão ousado quanto o seu antecessor, e conta com clássicos como a faixa-título, "Here She Comes Now" e "Sister Ray"), John Cale, responsável pelos experimentalismos musicais, saiu da banda, que passou a ter Lou Reed, de maior apelo artístico e poético, como único líder. No ano seguinte, veio o 3º álbum, chamado simplesmente de "The Velvet Underground". Ele expõe um som mais acústico e introspectivo do que os anteriores, e é recheado de ótimas composições como "Candy Says", "What Goes On", "Beginning To See The Light"O derradeiro trabalho com Lou Reed ainda na banda foi "Loaded", que conta com três das músicas mais famosas do VU: "Who Loves The Sun", "Sweet Jane" e "Rock and Roll". Após a saída do vocalista em 71, a banda ainda continuou na ativa pelos dois anos seguintes e até lançou um LP ("Squeeze"), mas o mesmo sequer é considerado parte de sua discografia oficial.Recentemente o Velvet se reuniu para alguns shows, que culminaram num álbum duplo, "Live MCMXCIII", com as principais músicas da carreira da banda.

DISCOGRAFIA:
1973-Squeeze

quinta-feira, 23 de julho de 2009

The Kooks


The Kooks é formado pelo cantor/guitarrista Luke Pritchard, guitarrista Hugh Harris, baixista Peter Denton e baterista Paul Garred.
A banda formada em 2004, por amigos de escola, tornou-se um sucesso após seu primeiro disco Inside In/Inside Out, de 2006. O segundo Konk , foi gravado em apenas seis semanas no final de 2007. O quarteto de Brighton rapidamente viu seus shows lotados não apenas na Inglaterra, mas também nos Estados Unidos e no mundo todo, abrindo inclusive para os Rolling Stones e se estabelecendo como Uma Grande Banda Inglesa.
‘Os melhores álbuns do mundo podem ser tocados em qualquer situação: você pode colocá-los em uma festa e eles vão soar muito bem, pode colocá-lo em uma boate e também vão soar bem, pode colocá-lo em seu fone de ouvido e escutá-lo na cama. Isso acontece quando você tem um grande disco’, diz Luke Pritchard. ‘E é isso que eu penso desse álbum.’
Os Kooks estão de volta. Inside In/Inside Out, de 2006, foi um grande sucesso, vendendo em torno de 2 milhões de cópias mundo afora e trazendo os ótimos singles ‘She Moves In Her Own Way’, ‘You Don’t Love Me’, ‘Sofa Song’, ‘Eddie’s Gun’, ‘Ooh La’ e especialmente ‘Naïve’ – depois do qual o disco tomou vida própria. O quarteto de Brighton rapidamente viu seus shows esgotando-se não apenas na Inglaterra, mas também nos Estados Unidos e no mundo todo, abrindo inclusive para os Rolling Stones e se estabelecendo como Uma Grande Banda Inglesa.
O cantor/guitarrista Luke, guitarrista principal Hugh Harris, baixista Peter Denton e baterista Paul Garred rapidamente foram classificados como um grupo clássico inglês, ficando lado a lado com The Kinks, Oasis, Coldplay e inúmeros outros, simplesmente porque eles entendem o que torna a música pop boa.
Qualquer um que tenha curtido (a) música pop ou (b) uma bela noitada, tem razão de sobra para se animar quando se trata de Konk, o segundo disco dos Kooks, gravado em seis semanas no final de 2007 nos estúdios Konk de Ray Davies, no norte de Londres, somadas a uma semana no Sound Factory, de Los Angeles. As sessões mais uma vez uniram o grupo ao estimado produtor Tony Hoffer (Beck/Air/The Fratellis).
Enquanto o clássico de James Brown ‘I’ll Go Crazy’, de Live At The Apollo, rolava diariamente no estúdio, o tempo ocioso do fim da sessão era passado num pub irlandês local, e logo, logo os Kooks fizeram amizade com o pessoal local.
Em Konk, os fãs do grupo encontrarão bastante material para relembrar o espírito solto que tornou Inside In/Inside Out um verdadeiro sucesso boca a boca – um desses raros fenômenos culturais que cresce mais e mais à medida que as pessoas o escutam – enquanto que outros fãs perceberão o quanto o grupo sutilmente se aprimorou.
A origem do nome da banda veio de uma musica de David Bowie, Kooks de 1971.
Site oficial: www.thekooks.co.uk/

2006 - Inside in Inside out















2008 - Konk

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Interpol

http://blogs.manchestereveningnews.co.uk/whatson/interpol1.bmp

Paul Banks (voz e guitarra), Carlos Dengler (baixo e teclado), Sam Fogarino (bateria) e Daniel Kessler (guitarra), esse é o quarteto que forma o Interpol. Tocando rock progressivo, a banda de NY tem claras influências de Joy Division, NIN e até Pink Floyd, seu som limpo e melancólico sinestesicamente lembra o preto.
A banda, fundada em 1998, começou quando Kessler conheceu Greg Drudy no campus da Universidade de NY. Mais tarde, Kessler conheceu Dengler, e também o chamou para a banda. Kessler chamou ainda um amigo, Banks, pros vocais. Estava formado o Interpol. Em 2000 Sam Fogarino entrou no lugar de Drudy na bateria.
Atualmente o Interpol esta em seu terceiro álbum de estúdio, Our Love To Admire, com 3 singles lançados.
Site oficial: http://www.interpolnyc.com/ e http://www.myspace.com/interpol

2000 - Fukd ID #3 EP
2001 - Precipitate EP
2002 - Interpol EP
2002 -Turn on the Bright Lights
2003 - The Black EP
2004 - Antics
2007 - Our Love to Admire
2007 - Interpol: Live In Astoria EP